• 21 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
   
Perante um volume de meio milhar de páginas escrito por um catedrático de renome, a palavra “Introdução” no título da obra parece à partida excesso de modéstia.
   
O guru global Seth Godin continua em demanda de fórmulas mágicas, aplicáveis a todos os profissionais, independentemente da sua profissão ou localização geográfica.
   
Perante o dilúvio, Noé construiu a arca e embarcou um casal de cada espécie para que o tesouro flutuante pudesse salvar parte da natureza de si própria.
   
A possibilidade do poder mundial dos últimos 500 anos sofrer uma alteração paradigmática passou vertiginosamente nos últimos anos de projecção esotérica de especialistas a debate mediático aceso.
   
Os humanos tornaram-se senhores do planeta por causa da capacidade intelectual, que apuraram ao ponto de elaborarem prodígios da técnica, tais como máquinas que nos permitem viajar pelo espaço. Mas somos também comandados pela percepção sensorial, pelas emoções e pelas construções socioculturais.
   
Um dos bons sintomas da vitalidade actual do mercado editorial português é a velocidade com que se expandiu para novos temas de hipotético interesse para o leitor.
   
Criticar, sem passar por antipatriota, e elogiar, sem passar por bajulador, não é fácil à vez e, ainda menos, em simultâneo.
   
A questão central do livro de Cooper é a de que os mercados financeiros contemporâneos não são eficientes, sendo esta a principal causa da crise económica que tomou conta do mundo.
   
Adepto confesso dos sucessos editoriais “Choque do Futuro” de Alvin Toffler (impacto da revolução da informação na sociedade moderna), e de “Megatendências” de John Naisbitt (previsão de modelos sócio-políticos globais), Mark J. Penn pegou nesta estrutura de problematização da sociedade para encontrar o seu conceito-chave a aplicar num novo modelo de análise.
   
Os exploradores devem ser sempre saudados com especial entusiasmo, especialmente quando provam que existem novas formas de tratar questões fundamentais, como são as relacionadas com a carreira profissional.
   
O consultor com um quarto de século de experiência em marketing Michael J. Silverstein mostra como no mundo vibrante do consumo se observam, em grande medida, traços decisivos da sociedade actual.
   
O objectivo da investigação de Loretta Napoleoni agora publicada no mercado português é o de mostrar as causas fundamentais da existência e da solidez de uma economia negra (no original, rogue) global no mundo contemporâneo.
   
A força de um slogan vive não só da qualidade da ideia/emoção que transmite, mas sobretudo da repetição do mesmo até que se torne uma “verdade” indiscutível.
   
Poderá, sem dúvida, ser uma tese genuinamente americana, mas a verdade é que não devem existir barreiras na busca das melhores fontes de conhecimento para uma boa condução dos negócios.
   
Apesar das boas intenções anunciadas e da franqueza da argumentação (mesmo que com um certo cinismo involuntário), a obra deste jovem e famoso guru da motivação empresarial labora numa permanente contradição.
   
Não é só a velocidade estonteante com que a crise do crédito se espalhou pelo mundo que prova, sem ambiguidades, a interligação e interdependência das economias e dos Estados por força daquilo a que se chama globalização.
   
Depois de nos relatar o papel da Caixa Geral de Depósitos (criada em 1876) no alargamento das funções do Estado durante o Liberalismo (até 1910), enquanto seu principal financiador, Pedro Lains segue para a “parte de leão” da história de uma das instituições financeiras mais icónicas do país.
   
A crer no que confessa no seu "site" pessoal (www.gladwell.com) Malcolm Gladwell parte de obsessões pessoais para escrever livros que interessam ao mundo.
   
Podem os EUA sair da crise (económica e de identidade) e voltarem a ser um modelo para o resto do mundo?
   
A tentação por parte dos quadros empresariais, e dos consultores de gestão e negócios, de procurarem de modo quase frenético a liderança perfeita é antiga.
 
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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18.11.2009
 

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